sábado, janeiro 28, 2006 

NOTAS (MUITO) BREVES

Eu sei que chega de política! Estamos fartos. Mas não posso deixar de referir a deselegância de José Sócrates na noite eleitoral ao falar, ao mesmo tempo que Manuel Alegre. Diz agora o senhor Primeiro "é falso, absolutamente falso, que tivesse conhecimento que Manuel Alegre estava também a falar. Se soubesse, teria esperado".
Para que serve a comunicação, senhor engenheiro?

Você aí, já tem o seu cartão de crédito? Não? É caso para começar a pensar de que está a ficar desactualizado. O número total de transacções com cartões Visa, em postos de venda, cresceu 16,4 por cento em Portugal, num ano, enquanto a utilização do cartão está presente em 21,9 % dos gastos diários de cada portador.

Uma lei controversa acaba de ser aprovada pelo Parlamento italiano. Por 224 votos contra 175, passou a vigorar a lei que torna legítimo o uso de armas de fogo em legítima defesa, mas só em casa e nos locais de trabalho.
Não foi pacífica a decisão parlamentar. Resta esperar pelo bom senso de quem passa a poder utilizar as armas.

Este fim de semana, Fernando Lopes Graça e Wolfgang Amadeus Mozart são recordados. Passam, respectivamente, 100 e 250 sobre os respectivos nascimentos e, em diversos locais, ambos são motivo de alguma solenidade com espectáculo a condizer.
Afinal a cultura não está totalmente perdida.

É loura, de burra nada tem, 22 anos, linda de morrer, chama-se Katrin, é polaca, estuda medicina e é a melhor manequim do seu País. E então? Foi escolhida pela GALP para fazer publicidade às novas bilhas de gás que são muitíssimo leves e podem pôr em risco alguns postos de trabalho, nomeadamente quanto aos chamados "homens do gás".

Termino com duas sugestões. Uma musical., IL DIVO. Já conquistou o 1º lugar do top, com o álbum ANCORA. Outra, o relembrar do filme UMA SOGRA DO PIOR, com Jane Fonda e Jennifer Lopez nos principais papéis.
Num clube de vídeo perto de si.

Tenham uma óptima semana


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segunda-feira, janeiro 23, 2006 

A (QUÊ) DA NAÇÃO?

Dar os parabéns a quem ganha, só porque sim, só porque fica bem, só porque é democrático, não faz o meu género. Muito menos quando quem ganha não tem, minimamente, a minha simpatia. Por isto ou por aquilo.
Nunca gostei de Cavaco Silva. Nunca. E Cavaco nunca fez nada para eu gostar dele ou, pelo menos, para ter por ele alguma simpatia.
São, então, duas as razões que me impedem de dar os parabéns ao vencedor. Duas razões de peso.
Está, ainda, Cavaco Silva, a tempo de mudar a minha opinião. É fazer um bom mandato. Ser um bom Presidente. Pode fazê-lo, mas duvido que o faça. O tempo dirá.

O "meu" candidato deu provas de ser um corredor de fundo. Sabe que por aqui passou nos últimos dias, de quem falo.
De desgraçado, coitadinho, desesperado porque deserdado, passou, nos últimos dias, num autêntico sprint, próprio de um campeão, a ser o fantasma de Cavaco. Mais uns votozitos e lá teríamos que regressar às urnas dia 12 de Fevereiro. E depois? Como seria?
Manuel Alegre e toda a equipa têm a minha vénia. Pela campanha, pela seriedade, "pela decência da democracia".

Mário Soares foi desilusão. Nem o Partido o safou de um naufrágio. E tudo podia ser diferente se...
Se o PS fosse verdadeiramente um partido de esquerda ou, pelo menos, contra a direita. Entre outros "ses".
É improvável ver Sócrates mais pálido que ontem à noite se viu.

Jerónimo de Sousa fez o que poude. E bem. Segundo a sua perspectiva, a sua convicção. Corre contra o vento, porque a ideologia não deixa fazer a corrida doutra forma. Mas Jerónimo esforçõu-se. Não há dúvida.

Francisco Louçã foi ele mesmo. Estivesse outra personagem no seu lugar e o resultado teria sido muito pior.
Não que não haja mais gente no BE . O que não há é mais Louçãs, mais daquela energia, mais "vamos a eles que até os comemos". Os sorrisos amarelos já não conevencem ninguém.

Garcia Pereira.
Desculpem, mas havia mais algum candidato?

Boa semana.

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domingo, janeiro 15, 2006 

MISTURA FINA

Quem passa por este blogue já faz uma ideia do candidato que apoio para Presidente da República.
A música que está como "tapete" no blogue é exactamente o hino de campanha do candidato. Há uma sublime beleza e uma esclarecedora tentação patriótica na letra do mesmo. Paulo de Carvalho enche a ideia. Como ele tão bem sabe.
Se eu tivesse que me justificar em relação à escolha, encontraria, decerto, vários argumentos para o fazer, sem sombra de pecado.
Estamos a uma semana. Contam-se as armas, ainda por utilizar, todos acreditam. É bom que assim seja. A grande questão é saber quem tem razão para acreditar.

Não quero extrapolar. Prometi que a intervenção de hoje seria curta. Mas há coisas que não consigo deixar passar.
Pela primeira vez, estou de acordo com Santana Lopes. Tem razão na perspectiva que faz em relação a Cavaco Silva. Mas, como não há bela sem senão, discordo da falta de oportunidade com que Lopes o faz. Pedro Santana Lopes teve muito tempo para o fazer, não o fez, e agora a coisa cheira àqueles perfumes farsolas de quem ninguém gosta a não ser o próprio.

Estou-me nas tintas para as sondagens. Muito mais quando as mesmas são de encomenda. Logo, espero que a grande sondagem se faça no dia 22 e que se afastr o fantasma do homem que criou o monstro.
A bem de Portugal, e dos portugueses.

E agora vou à bola. Benfica vs Académica é já a seguir.

Boa semana.




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sábado, janeiro 07, 2006 

A BEM DIZER... E TAL

Ariel Sharon, primeiro ministro israelita está, uma vez mais, em guerra. Só que desta vez, luta contra um adversário bastante mais potente que ele: a morte. Cá se mata, cá se morre. Tão simples como isto.

Outro primeiro ministro, o de Portugal, parece ter tido alta médica e já regressou ao serviço. Sócrates deixou-se fotografar de "canadianas" (há quem lhe chame muletas) em punho. Fica bem.

Por falar em Sócrates, vem-me à ideia de que este governo deve ser o pior de quantos tivemos. E não foram poucos, entre provisórios e definitivos (curiosamente, marcas daquele tabaco que se apelidava de mata ratos). O pior porque não conhece a realidade do País, ou faz por não conhecer, o pior porque alimenta a instabilidade, o pior porque não fala com o povo, o pior porque os seus elementos têm, todos, os intestinos no cérebro.

A corrida a Belém vai de mal a pior. A duas semanas das eleições, é um "mete nojo" de arrepiar.
Os meus ouvidos deram conta de que no PC surge a recomendação do voto, numa eventual segunda volta, no candidato de esquerda que a ela passar.
Numa sondagem divulgada hoje, Cavaco obteria 60% na primeira e, a ser assim, única volta. E se assim fôr, há algum plano B? O que fará/dirá a esquerda?
Comigo não contam para lamechices. Assim como Cavaco não conta com o meu voto para ajudar a percentagem.
É assim que muitos portugueses como eu se sentem, se calhar já, impotentes. Podemos fazer alguma coisa? O apelo à desistência atempada e táctica de 3 dos 4 candidatos? Seria uma hipótese mas... se nem o povo se mostra coeso e coerente na matéria...

Não escrevo mais, por agora. O frio gelou-me os dedos. O que vale, assim a bem dizer, eheh, é que só os dedos gelam. Estão a perceber?
Seus marotos!!! Eh eh eh




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